Formatos da Rádio
1.0 Introdução
1.1 Objectivos e hipóteses
1.2 Notas metodológicas
2.0 Os modelos de programação
2.1 Fundamentos das rádios “Generalista” e “Especializada”
2.1.1 “Serviço Público” e “Rádio Generalista”
2.1.2 Alguns exemplos de rádio generalista
2.1.3 Distinções na Rádio Especializada
2.2. Formatos (ou géneros?)
2.2.1 Conteúdos e estruturas
2.2.2 Formatos: definição e origem
2.2.3 O domínio da formatação
2.2.3.1 A realidade espanhola
2.2.3.2 Outros exemplos na Europa
2.3 Formatos clássicos
2.3.1 Rádios de palavra
2.3.1.1 Rádios informativas
2.3.1.2 Rádio religiosa
2.3.1.3 Rádio de conversa
2.3.2 A música
2.3.2.1 A indústria discográfica
2.3.2.2 Rádios de play list
2.3.3 Formatos mistos
2.4 Formatos novos
2.4.1 O «narrowcasting»
2.4.2 Formatos de futuro
2.4.3 Formatos ecléticos
2.4.3.1«Jack»
2.4.3.2 «Free FM»
3.0 A rádio portuguesa
3.1 Caracterização genérica
3.1.1 Quanto às leis e à propriedade
3.1.2 Quanto às audiências
3.1.3 Quanto ao investimento publicitário
3.1.4 Quanto à programação
3.2 Trabalho de campo
3.2.1 Notas metodológicas
3.2.2 Os resultados
3.2.2.1 RFM
3.2.2.2 Rádio Renascença
3.2.2.3 Rádio Comercial
3.2.2.4 TSF
3.2.2.5 Antena 1
3.2.2.6 Cidade FM
3.2.2.7 Antena 3
3.2.2.8 RCP
3.2.2.9 Best Rock FM
3.2.2.10 Mega FM
3.2.3 Conclusões do «trabalho de campo»
3.3 Nova análise
3.3.1 Rádio Renascença
3.3.2 Antena 1
3.3.3 Cidade FM
3.3.4 Antena 3
3.3.5 Mega FM
3.4 Resultados finais
4.0 Conclusões
4.1 Conclusões imediatas
4.2 Conclusões genéricas
5.0 Bibliografia
6.0 Anexos
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